5 motivos para assistir One Day at a Time

9 de maio de 2018

Oi, manas! Como andam as coisas por aí? Espero que todo mundo bem. Não sei vocês, mas quase todas as séries que eu vejo indicação eu já tô colocando na minha listinha, que já tá maior do que as séries que eu já assisti, rs. Hoje, eu vim falar de uma série que eu assisti bem rapidinho, é curtinha e vale muito a pena.

One Day at a Time é aquela série que você começa a assistir só por assistir, para passar o tempo, mas cada episódio fala o que precisa ser dito de forma leve e engraçada. ODAAT é uma nova versão de um clássico, que vai falar sobre uma família de origem cubana que mora nos Estados Unidos, com uma mãe recém divorciada e veterana de guerra, uma avó maravilhosa e muito engraçada - DALE ABUELITA DALE - e juntas, elas criam uma filha adolescente que está se descobrindo e um pré-adolescente. A série é um sitcom, com risadas inseridas e tudo mais, mas eu juro que vale a pena, por isso selecionei cinco motivos pra vocês darem uma chance a esse hino de série.


1. Protagonismo feminino


As três personagens principais são mulheres, a avó, a mãe e a filha. São personagens com personalidades completamente diferentes, mas o que elas têm em comum é que todas são muito resistentes. A Lydia vulgo Abuelita, é aquela avó que todo mundo gostaria de ter, é uma das personagens mais engraçadas que eu já assisti. Ela é refugiada de Cuba e mesmo em situações difíceis, ela tenta soltar uma piada. Já a Penélope, é uma enfermeira que trabalhou em guerra e é uma mãe que sustenta sozinha a casa e a família, só que as vezes esquece de cuidar de si mesma. E por último e não menos importante, a Elena é uma adolescente que está descobrindo a sua sexualidade, é feminista e faz parte de outros movimentos sociais. São mulheres fortes e reais.

2. Muita representatividade


Vamos começar falando sobre a representatividade latina. Uma série onde uma família Cubana vive nos EUA, em dias como esses, é algo e tanto. A dificuldade de ser imigrante, de ter que deixar as pessoas que a gente ama pra trás não deve ser fácil, sem contar em todo o preconceito. E infelizmente, a gente vê isso hoje em dia, não é? Outra coisa bacana é que tem a cultura Cubana. A gente tá acostumado a assistir séries americanas, sempre as mesmas coisas e em ODAAT não é bem assim. O legal também é que eles se parecem, nem que seja um pouquinho, com os brasileiros, HAHAHA.

Outra coisa é que a série trata a homossexualidade na adolescência de forma natural, como deve ser. Todas as duvidas, inseguranças, medo, não só da própria Elena, mas sim de quem convive com ela. A gente sabe que a vida está um pouquinho mais fácil pra quem é homossexual, mas tem muito ainda o que melhorar e toda essa descoberta faz com que muita gente se identifique

Mais um tópico importante, é toda essa imposição do padrão de beleza. A Elena, que é a neta, se sente muito bonita e muito bem sem maquiagem, já a Abuelita se sente segura usando maquiagem, nem o marido dela viu ela sem. Isso é que é o mais bacana, a gente se vê na série, seja na avó ou na neta.

3. Problemas sociais


Vamos lá: o machismo de cada dia, a série trata sobre a diferença salarial que existe entre homem e mulher, a homofobia, que muitas vezes o preconceito vem da própria família, o colorismo, já que o Alex tem traços latinos, diferente da sua irmã Elena que é bem clara, então acaba existindo uma diferença entre os dois, a xenofobia, muitas críticas à política, religião e posse de armas, o alcoolismo, ansiedade, depressão... E tem muito mais. Se tem uma coisa que me faz assistir alguma série sem pensar duas vezes é ela abordar assuntos importantes e que precisam ser discutidos (e é claro que também não penso duas vezes quando tem muita representatividade). O melhor de tudo, é que é uma série tão leve e que a gente aprende nem que seja um pouquinho com cada assunto abordado.

4. Uma montanha russa de emoções


A série é muito engraçada e na minha opinião, é uma das melhores séries de comédia da atualidade. É aquela comédia que não vai machucar e não vai diminuir ninguém, é aquela comédia que a gente estava precisando. Vai chegar um momento que quando a Abuelita aparecer você já vai começar a rir, digo o mesmo do Schneider (que é o vizinho mais legal desse mundo) que brilhou muito, ele é bem engraçado e joga uns shades pra um certo presidente. Mas, a série também vai te fazer chorar algumas vezes e pensar sobre muitas coisas em apenas 25 minutos. Penélope, Elena e até mesmo a Abuelita vão te fazer chorar e muito. É uma montanha russa de sentimentos, uma hora você está morrendo de rir e outra você está lá pegando o lencinho.

5. Foi renovada e é da Netflix


Eu amo colocar esse tópico, porque ninguém merece assistir uma série, se apegar e ela ser cancelada (sofro até hoje com algumas). Lembro que a produtora da série comentou no Twitter pra assistirem até o quarto episódio pra Netflix não cancelar. O problema é que não da pra assistir só quatro episódios, a gente quer assistir tudo no mesmo dia sim! E bom, se é da Netflix já ganha um ponto, né? Então, corram lá pra assistir esse hino de série.

E aqui está o trailer da primeira temporada. Eu fico meio assim em colocar já que muitas vezes o trailer solta aquele famoso spoiler ou não fala nada com nada, mas está aí:



E é isso, meus amores. Espero que vocês tenham gostado da indicação. É uma série leve e muito gostosa de assistir. Estou bem ansiosa pra terceira temporada, mas enquanto não foi lançada, outras séries estão voltando e eu preciso atualizar, rsrs.
O que acharam? Já conheciam ODAAT? Me contem nos comentários.
Beijos!

Opiniões que eu tinha e mudei

24 de abril de 2018
Oi, manas! Como vocês estão? Espero que todo mundo bem. Eu vou bem, obrigada. Sei que andei muito sumida nos últimos tempos, é que o meu computador deu a louca e eu não consegui entrar por alguns dias aqui e eu também estava precisando de um tempinho pra mim, às vezes esse tempo é muito útil e acabam surgindo várias ideias na nossa cabeça, né? Mas já estou de volta, então vamos logo ao que interessa.

A primeira vez que eu vi esse vídeo da Karol Pinheiro eu gostei bastante da ideia e me identifiquei com algumas opiniões. Logo depois a Gabs lá do Like Gabs fez também e eu pensei muito sobre algumas opiniões que eu tinha e que hoje em dia não fazem mais parte de mim. Loucura, né? Tem uma frase que eu gosto muito e que faz muito sentido (não, não é o levanta a cabeça princesa), que é a seguinte: se você me conhece baseado no que eu era um ano atrás, você não me conhece. Estamos em constante evolução, por isso hoje listei 7 opiniões que eu tinha e mudei. Vem ver:

Eu me importava muito com que as pessoas pensavam sobre mim, já deixei de fazer algumas coisas por medo, de usar alguma roupa ou de falar alguma coisa. Antigamente eu ficava muito triste se alguém falasse mal de mim pelas costas ou se alguém não gostasse de mim, mas com o tempo a gente vai vendo que é até saudável alguém não gostar de ti e tá tudo bem. Ainda não tô 100%, mas isso mudou bastante de uns anos pra cá.
Eu sempre tive cabelo comprido e nunca me imaginei de cabelo curto e olha só como o mundo dá voltas, né? Eu achava que só cabelo comprido era bonito, que chamava mais atenção e que só assim alguém ia gostar de mim, tipo??? E hoje em dia meu cabelo tá bem curtinho, no ombro e eu nem lembro como é ter cabelo comprido. Não preciso nem comentar sobre os cachos, né? A feminilidade não tem nada a ver com o tamanho ou a forma do seu cabelo! 
Um dia uma professora comentou que parecia que as pessoas tinham orgulho em falar dos seus defeitos e que nunca iam mudar, na época eu me identifiquei porque eu pensava mais ou menos assim. Parecia que antes eu tinha orgulho de alguns defeitos meus, sabe? Abria a boca pra falar que eu era assim e assado e que não ia mudar. Não é porque uma pessoa é grossa, egoísta, impaciente ou estressada que ela tem que ser sempre assim. Todo mundo pode mudar e estamos aqui pra melhorar a cada dia que passa, não é? 
Antes eu acreditava que somente a faculdade era um caminho pro sucesso e que tinha que sair do ensino médio e ir direto pra lá. Quando eu tava no terceiro ano pensei muito sobre e vi que pra ser realizado profissionalmente, você não precisa fazer uma faculdade. Existem outras maneiras de você adquirir conhecimento e é claro que a faculdade é uma delas e se é o teu sonho, se joga! Mas eu deixei de pensar isso, até porque o que é sucesso pra mim, pode não ser pra você, né? Cada um tem o seu tempo e ninguém está atrasado ou adiantado, é isto. 


Esse eu roubei da Karol! Teve uma época que eu achei que a gente tinha que se aceitar do jeito que nós nascemos e que não tinha que mudar nada pra um fim estético. Que tava errado essas mulheres optarem por colocarem silicone, fazer rinoplastialipo e assim vai. Amém que eu mudei! Se a gente não se sente bem com alguma parte do nosso corpo e quer mudar aquilo que a gente não gosta, tá tudo bem.
Eu sempre achei que aquela amizade que acabava ou qualquer outro relacionamento, não era verdadeiro. Que se acabou, nunca foi real. Hoje em dia não concordo mais com isso. Tem muitas amigas que eu não tenho mais contato, mas isso não quer dizer que a nossa amizade não foi verdadeira, entende? A gente amadurece e as amizades também. Não precisamos estar sempre juntos e o carinho e o respeito permanecem, independente de tudo. 
Antes eu ficava meio assim em mudar de opinião ou se alguém mudasse de opinião também, sabe? Eu era bem pé no chão e se eu achava que era assim, tinha que ser assim sempre e ponto. Senhor, ainda bem que eu mudei. Tá tudo bem mudar de opinião e faz parte da vida. O que não tá tudo bem é a gente não concordar mais com algo e continuar fingindo que concorda com aquilo só pra não se contradizer.


E é isso, meus amores. Espero que vocês tenham gostado e é sempre bom lembrar que se vocês concordam com algum desses itens, tá tudo bem. Essas são as minhas opiniões, baseadas nas minhas vivências. Somos diferentes e que bom, né? 😊

O que acharam? Quais opiniões vocês tinham e que hoje em dia não tem mais? Me contem nos comentários.

Beijos!

Resumo do mês | Março

4 de abril de 2018

Oi, manas! Como vocês estão pós páscoa? Espero que todo mundo bem e que ainda tenham algum chocolate por aí, se quiserem me mandar algum, eu tô aceitando, viu? Ah, eu vou bem e logo mais as espinhas aparecem por conta dos chocolates, triste realidade. 

O resumo do mês tá meio atrasadinho, eu sempre gosto de postar no dia primeiro, mas tem vezes que não dá, né? E tá tudo bem. Então, é aquele famoso ditado: antes tarde do que nunca. Adoro essa categoria e não poderia deixar passar. Agora chega de papo e vamos lá. Vem ver: 


// O QUE ANDEI FAZENDO? // 


Eu tava doida pra fazer essas molduras pra quadrinhos feitos de papelão que a Gabs lá do Like Gabs ensinou, mas fiquei enrolando, até que um dia deu a louca e eu tava procurando tudo que é DIY pelo Youtube e vendo o que eu tinha e não tinha pra fazer (por enquanto só fiz um diy, mas um dia vai). Eu adorei o resultado e se vocês quiserem saber como eu fiz, é só clicarem aqui que a Gabs ensina direitinho e eu segui todos os passos dela. 

No mês de Março eu não fiz tantas coisas assim, e quando fiz, acabei registrando pouca coisa. No dia 10 foi o aniversário do meu irmão, mas não tiramos nenhuma fotinho na comemoração dele, então deixo essa foto que a gente tirou no ano passado mesmo, hehehe. Olhem só que fofura! 

No dia 31 foi a minha formatura do curso técnico de Administração. Lembro que entrei no curso porque sai da escola e não sabia o que fazer e tenho certeza que esse curso me ajudou, nem que seja um pouquinho, nas minhas escolhas. Mesmo que eu não tenha escolhido essa área, eu sei que foi um curso muito importante pra mim e que eu conheci muita gente especial, além de ter aprendido muita coisa. Foi um dia lindo! 

Ah, eu também tenho assistido muito BBB, não me julguem. 

// O QUE ANDEI ASSISTINDO? // 


Eu queria me manter atualizada em duas séries que estavam sendo lançados os episódios, que era The Fosters e HTGAWM, finalmente eu consegui. Agora é só esperar pela próxima temporada e pelo fim de The Fosters (não posso nem lembrar que a lágrima já cai). Agora, ando assistindo e tentando me atualizar em This Is Us. Eu gosto muito dessa série e cada episódio é um tiro! A gente tem que dá aquela respirada, esperar um pouquinho e voltar a assistir. Já tô pensando em trazer post pra cá, mas quero me atualizar antes.

Terminei a segunda temporada de One Day At a Time, que eu comentei no resumo anterior, e fiquei muito feliz que foi renovada pra terceira temporada, amém Netflix. No finalzinho desse mês de Abril, 3% tá de volta e eu tô doida pra assistir! 

Agora sobre o Youtube. Sem palavras pra esse vídeo da Louie e toda essa situação. É triste ver as pessoas tentando justificar esse caso, tentando justificar essa execução. Quando eu vi a notícia, parecia que um pedacinho de mim tinha morrido também. Ela lutava por tanta coisa. Mulher. Negra. Pobre. Militante. Lésbica. Vereadora. Mãe. Esse vídeo da Louie, apesar de ser curtinho, vale muito a pena ser assistido.


// O QUE ANDEI ESCUTANDO? //

Não basta ser fã da série que a Maia Mitchell faz, tem que ficar de olho no que ela anda fazendo por fora. Ela e o namorado Rudy Mancuso lançaram essa música que eu viciei logo de primeira. Todo dia eu ia lá e escutava, mas juro que a música é bem boa e o clipe mais ainda, a voz deles combinam tanto.


Eu já tinha escutado essa música antes, mas só agora que viciei e sei todinha. Eu já conhecia o trabalho do Vitor, ele é gaúcho também e essa música estourou de um jeito que nem sei, teve uma semana que tava todo mundo cantando ela no stories, juro. É uma música muito leve e com uma vibe muito boa. Você quer música boa? Então toma.


// O QUE ANDEI LENDO? //


Eu tava louca pra ler Outros Jeitos de Usar a Boca, da Rupi Kaur, só tinha lido comentários positivos a respeito e agora eu entendo o motivo. É um livro tão bom, de poesias feministas, então já ganhou o meu coração. Eu posso até fazer uma resenha, mas eu sempre falo isso e acabo esquecendo, me perdoem. 

Já que eu li bem rapidinho o livro da Rupi, comecei a ler outro que chegou aqui mais cedo do que eu esperava, que é Todo Dia a Mesma Noite, a história não contada da Boate Kiss, da Daniela Arbex,  tô no finalzinho já e é um livro um pouco pesado, com muitos depoimentos impactantes e quando terminar, vou tentar trazer resenha pra cá se vocês quiserem, ok?


E é isso, meus amores. Que esse mês de Abril seja muito iluminado pra todos nós e cheio de coisas boas! Ah, não esqueçam de curtir a fanpage do blog lá no facebook, é só clicar aqui. E quem tiver, deixa aí nos comentários pra eu retribuir!
O que acharam? Como foi o mês de vocês? Me contem nos comentários, quero saber. 
Beijos!
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