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  • 12 de setembro de 2017

    5 motivos para assistir The Fosters


    Oi gente! O feriadão já terminou e eu quero saber o que vocês fizeram de bom, eu consegui assistir algumas séries, fui pra casa da minha tia e comi muita besteira, porque sim. Faz um tempinho que não atualizo a categoria de séries por aqui e no post anterior eu disse que ia fazer um post indicando uma série maravilhosa, que é The Fosters, que é produzida por nada mais nada menos que Jennifer Lopez.

    Pra quem não sabe, The Fosters narra a história de uma família norte americana que vai te mostrar os desafios e as alegrias de uma família composta por duas mães, que criam filhos adotivos e um biológico, de uma forma tão carismática, leve e viciante. E se você tá procurando uma série envolvente, eu vou te indicar cinco motivos pra escolher The Fosters, que tem até a terceira temporada na Netflix (alô, bora colocar as outras duas miga?). Vem ver:



    1. Uma família composta por duas mães

    O que diferencia The Fosters das outras séries é o casal principal, que é composto por duas mulheres incríveis. Lena e Stef são casadas e tomam conta de uma família com filhos adotados e um biológico, que é filho de Stef (vulgo Brandon, o embuste). É aquele casal que é impossível não gostar e abordam sobre a homossexualidade com seus filhos de uma forma tão leve e sensata, como realmente deve ser. E por esse e outros motivos que amamos essas duas mulheres! E o melhor de tudo? É um casal inter-racial. Você quer representatividade @?


    2. Adoção de crianças mais velhas

    Adoção sempre foi algo que me chamou a atenção e um ponto muito importante é o fato delas terem adotado duas crianças maiores de quatro anos e latinas, na qual elas sempre tentam cultivar a cultura deles. Sem contar na adoção de "jovens problemáticos", que também se encaixa nesse mesmo motivo. Depois que a Callie e o Jude, que já passaram por diversos lares adotivos, entram na vida deles, muita coisa começa a mudar. Infelizmente, é muito difícil as pessoas adotarem jovens que já passaram pelo reformatório ou algo do tipo, mas nessa série não é bem assim não.


    3. Dramas familiares

    Sou suspeita pra falar, mas adoro um filme ou uma série com um drama familiar. Muitos problemas que eles enfrentam, a gente também passa na vida real e isso é o melhor de tudo. A gente se identifica e entende, nem que seja um pouco, o que passa na cabeça deles, por ser algo tão real. Muitas pessoas acabam se identificando com alguns personagens ou lembram de situações que já passaram, comigo não foi diferente. São dramas fortes que te prendem a cada episódio e sim, já saíram várias lágrimas por aqui.

    Desculpem pela qualidade péssima.
    4. Girls United

    Na série, quando a Callie está passando por uma situação bem complicada, ela acaba indo para o Girls United, que é uma residência com um grupo de apoio composto só por meninas que não podem viver com as suas famílias e quem comanda a casa é a Rita, uma mulher incrível. Lá ela conhece várias meninas que já passaram por situações bem complicadas, já foram para o reformatório diversas vezes, se envolveram em brigas, foram abusadas sexualmente... É um lugar onde elas se encontram e eu amo a amizade da Callie com a Rita. Quando nós apoiamos umas as outras, nos tornamos mais fortes, não é? (Girls United já ganhou até uma web série, sente o poder feminino). 


    5. Assuntos importantíssimos

    Se eu pudesse eu colocava aqui cada assunto importante como um motivo, mas são tantos que eu não ia dá conta. Abuso sexual, alcoolismo, homofobia, machismo, o abandono, câncer de mama, suicídio, racismo, o sistema judicial... Gente, eu preciso dizer mais alguma coisa pra vocês correrem e assistirem essa série? Pelo amor, é aquela série que eu tava precisando assistir pra aprender mais sobre a vida. Sempre quando termina um episódio a gente aprende um pouquinho mais e fica com aquele desejo de quero mais.

    Nunca acho um trailer decente de séries, sempre tem spoiler demais ou nunca falam nada com nada. Esse foi o melhorzinho, juro. E a maravilhosa da Jout Jout fez recentemente um vídeo em que ela citou The Fosters, dá uma olhadinha aqui



    E é isso, meus amores! Eu tô terminando a quarta temporada e sabe quando tu tem muita vontade de assistir (e tu sabe que tu vai assistir rapidinho), mas depois vai sofrer esperando pelos próximos episódios? Então. O bom é que nesse mês muitas séries estão de volta, pra nossa alegria. 

    O que acharam? Quem aqui já assistiu The Fosters? Me contem, quero saber.
    Beijos! 

    1 de setembro de 2017

    Resumo do mês de Agosto


    Oi gente! Como vocês estão? Espero que todos bem, de verdade. Não sei nem o que falar desse tempo aqui em Porto Alegre, um dia faz frio e no outro dia um calor de matar, depois a gente fica gripado e não sabe o motivo. Só quero dizer que esse mês tem dois feriados e foi tudo que eu pedi, hahahaha felicidade define. 

    Como sempre, mais um mês se encerra e mais um resumo do mês por aqui, que eu adoro demais. Eu até tinha comentado com vocês que o mês de agosto passava muito devagar, mas só eu achei que passou voando? Socorro. Quando me dei conta já era metade do mês, pisquei e já era final do mês. Enfim, vem ver: 
    // LINKS INTERESSANTES // 


    // O QUE ANDEI FAZENDO? //


    Confesso que esse mês não fiz tantas coisas assim e só registrei alguns momentos, que como sempre, eu compartilho por aqui. O aniversário do meu pai foi nesse mês e no outro dia era o dia dos pais, é sempre assim, o aniversário dele sempre cai perto ou até mesmo no dia dos pais. A família se reuniu e a gente comemorou o aniversário dele. Esse meu "velho" merece! 

    Nessa segunda foto eu tô com as minhas primas no aniversário do meu pai mesmo. Nós fomos na pracinha que tinha lá no lugar com as crianças e aproveitamos pra tirar várias fotos (sou dessas). Elas são duas das primas que eu mais tenho afinidade e sempre quando a gente se reuni é risada na certa. É tão bom ficar relembrando dos velhos tempos com os primos, né? Não sei vocês, mas eu adoro.

    Mais um resumo que tem foto da minha cachorrinha, porque sim! Eu sempre acho uma comédia quando ela fica com essas orelhas pra cima e não posso perder a oportunidade de tirar umas fotinhos. Ah, não sei se deu pra ver direito, mas eu tô apaixonada por esse coturno! Usei ele poucas vezes, mas sabe quando tu usa uma vez e já sabe que vai usar pra vida toda? Então... Já é meu apego, não vou negar.

    Nesse mês também foi aniversário de dois colegas meus e da minha chefe, a gente se reuniu e cada um levou algo pra todos comerem/tomarem. Uma pena que a gente não tenha tirado nenhuma foto, a verdade é que a gente só pensava em comer mesmo #sinceridade

    // O QUE ANDEI ASSISTINDO? //


    Quem aqui também amava assistir As Visões da Raven? Eu era (confesso que ainda sou) louca por essa série. E olha só que demais, já lançou Raven's Home e tá bom demais. Ela e a Chelsea estão mais velhas e com filhos, ela continua a Raven desastrada de antes e sempre tem aquela lição no final de cada episódio, quem assistia sabe. Logo no primeiro episódio vocês já vão amar e dar boas gargalhadas. Já vou passar o link se quiserem assistir: só clicar aqui.

    Confesso que além da Raven, assisti muito The Fosters, tanto que já cheguei na quarta temporada e não vejo a hora de ficar em dia com ela (já estão na quinta temporada). Prometo que ainda vou trazer post indicando, porque essa série é maravilhosa e tem muita representatividade.

    Vamos para o Youtube! Eu sempre gostei muito da Karol, ainda mais depois de conhecer ela pessoalmente e ver que ela é uma fofura! Esse vídeo foi um dos meus favoritos, em que ela conta sobre algumas opiniões que ela tinha antes e que hoje em dia não tem mais. E parando pra pensar, é muito isso. A gente não é a mesma pessoa de cinco anos atrás e até mesmo de seis meses atrás. A nossa evolução é constante.


    // O QUE ANDEI ESCUTANDO? //

    HAVANA UH NA NA! Só de ouvir o começo já dá vontade de dançar, vício total. Cada música que a Camila lança é um arraso. Primeiro viciei em Crying In The Club e agora em Havana. Fala sério, que música boa. OMG também é bom demais! Eu amei a batida e não preciso nem falar da voz, né? 💖


    Você quer lacre? Você quer poder? Você quer deboche? Então toma. Eu não sei nem o que dizer. Quando a música lançou eu já adorei e com esse clipe então... Quando começa o refrão já fico dançando que nem uma louca. E o que falar daquele final? Debochada ela. Taylor tava quietinha esse ano e surpreendeu todo mundo. Comentem aqui o que acharam, pelo amor.


    // O QUE ANDEI LENDO? //


    Depois de ter terminado FMF (que por sinal já quero ler todos os outros), comecei a ler Sejamos Todos Feministas e fiz até resenha, é só clicar aqui pra ver. É um livro bem curto e cheio de aprendizados e histórias que a autora conta pra gente que nos surpreende. É pra entender mais esse movimento e toda essa nossa luta. Empodere-se! 💫
    E é isso, meus amores! Espero que vocês tenham gostado do resumo. Passou bem rápido e que esse mês de setembro só traga coisas boas pra vocês e que seja super iluminado pra todos vocês! 💫

    Como foi o mês de vocês? O que fizeram de bom? Me contem, quero saber.
    Beijos! 

    21 de agosto de 2017

    Resenha: Sejamos Todos Feministas


    Oi gente! Como vocês estão? Espero que todo mundo bem, de verdade. Eu tinha comentado que o mês de agosto sempre passava devagar, mas só eu tô achando que esse mês tá passando muito rápido? Socorro. Daqui a pouco já é ano novo.

    Recentemente, eu li um livro incrível e sabe quando tu lê ou conhece algo que precisa ser compartilhado com todo mundo? Então, foi assim que eu me senti depois de ler Sejamos Todos Feministas. Depois de muito tempo, tem resenha aqui no blog. Vem ver:
    Título: Sejamos Todos Feministas. Autora: Chimamanda Ngozi Adichie. Editora: Companhia das Letras. Número de páginas: 63. 

    Sinopse: Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente do dia em que a chamaram de feminista pela primeira vez. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. “Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: ‘Você apoia o terrorismo!’”. Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e começou a se intitular uma “feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens”. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1,5 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.

    Sejamos Todos Feministas é aquele tipo de livro que a gente consegue ler numa noite. É bem curto e por mais que ele seja pequeno, trata de um assunto muito importante, como já diz no título, o feminismo. Nessa leitura, pude perceber muitas coisas que nem se passavam pela minha cabeça e também aprendi algumas coisas que precisam ser compartilhadas.

    O livro não fala somente sobre o feminismo em si, mas também sobre como é a vida da mulher Nigeriana e todas as dificuldades que elas têm que passar por serem apenas quem elas são, mulheres. Chimamanda conta algumas das suas experiências e cada uma delas foram essenciais pra ela se tornar essa mulher tão incrível que é nos dias de hoje.


    Ela fala sobre nós, mulheres, que desde de pequenas temos que saber como devemos nos comportar, seja na roupa que vamos vestir ou até no modo de sentar (senta que nem menina). Que temos que ser muito inteligentes, mas não melhores que os homens. Que temos que ser mais bonita que a fulana e até que a fulana é a nossa rival. Que nós não podemos ser muito agressivas, mas se os homens forem tá tudo bem, afinal, eles são homens.

    "Perdemos muito tempo ensinando as meninas a se preocupar com o que os meninos pensam delas. Mas o oposto não acontece."

    O que mais me chamou a atenção foi a maneira de como as mulheres Nigerianas são tratadas. Eu sei que o Brasil está longe de ser uma maravilha também, mas fico imaginando em outros países, que possuem culturas completamente diferentes da nossa e que a vida da mulher, da menina e até mesmo da criança, se torna ainda mais difícil. Tem até uma frase que ela disse que fez todo o sentido: “A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura.”.

    O feminismo não é uma coisa ruim. Quando as pessoas começam a falar, muita gente fica assustada e alguns já te olham torto, mas acredito que em todos esses movimentos sempre vai ter alguém que vai falar que é uma coisa ou outra. Pesquisem, leiam ou assistam algo antes de dar palpite. E eu digo isso por mim mesma, antes eu achava que feminismo era algo ruim, mas depois descobri que sempre fui feminista.

    "A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo."


    É uma leitura bem curta e cada experiência da Chimamanda nos deixa de boca aberta. Se você não gosta de ler ou quiser assistir a palestra, basicamente com as mesmas palavras, é só clicar aqui. E mesmo que você não se considere feminista, dê uma chance.

    Esse, sem sombra de dúvidas, é um livro muito bom pra entender melhor esse movimento. Bem simples, curto, fácil de entender e reler pra aprender mais sobre, afinal, todos nós, homens e mulheres, temos que melhorar.
    E é isso, minha gente, espero que tenham gostado da resenha e que de alguma forma, tenha despertado a curiosidade de vocês. Conheci esse livro por indicação da Vic Ferreira e sou eternamente grata!

    Quem aí já leu? Alguém ficou com vontade de ler? Me contem, quero saber.
    Beijos! 
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